Comi como se não houvesse amanhã…começando logo no almoço (em casa de família, claro). Com bacalhau assado e batatas assadas com azeite a alho, folar e amêndoas…centenas. Depois à tarde, amêijoas à bulhão pato (ou whatever) e outras centenas de amêndoas. À noite tinha a barriga a rebentar de tão mal-disposta. Horrível, mesmo. O coração a bater mais depressa, a respiração a custar, sem encontrar posição no sofá, sem poder ir à rua andar devido à chuva, a beber chá a ver se passa e como medo de ir dormir e de me dar um fanico. Muito mau mesmo!! Já me tinha esquecido destas sensações são más!
Foi remédio santo para um resto de fim-de-semana (também santo) prolongado a “comer só quando tivesse fome” e com as amêndoas e coisas gordurosas bem longe da vista! A excepção foi para uma fatia de bolo de iogurte no domingo (mais uma vez, em casa alheia). Valeram também a volta de bicicleta com o meu gaijo e as caminhadas, no domingo e segunda, até à praia (4km).
Também na sexta-feira – que, já perceberam, foi um dia negro – comprei um novo livro. Já tinha visto a autora no programa da Oprah e deixou-me curiosa. Já ‘devorei’ quase metade. “Mulheres, Comida e Deus”. Acho que as ideias que a autora quer transmitir estão um pouco desorganizadas mas estão todas lá. Já me ajudou a despertar para duas ou três situações. Quando o acabar, conto-vos as minhas conclusões.
beiji